O primeiro Festival de Línguas na China atraiu mais de 13500 pessoas, promovendo mais de 250 mini-cursos de mais de 72 línguas ou dialetos: destes, os mais visitados foram a língua inglesa com aproximadamente 2000 visitantes, o esperanto com 1462, a língua coreana com 1249, a francesa com 1153, a japonesa com 1043, a árabe com 638 e a espanhola com 530. Mas o público se interessou por várias outras línguas, e quase todas tiveram pelo menos dezenas de alunos. O evento provocou numerosos artigos e reportagens nos meios de comunicações de massa do país e, em pelo menos nove colunas de jornais, cinco programas de TV e algumas transmissões de rádio, esperantistas tiveram espaço para falar da língua internacional planejada. Nos meios de comunicação de Nanjing e circunvizinhanças a palavra "esperanto" foi favoravelmente mencionada muitas vezes. Possivelmente, para muitos chineses, pela primeira vez escutaram sobre o esperanto.Para nós, esperantistas, o evento teve grande saldo positivo, já que o esperanto esteve somente atrás do inglês - idioma que goza prestígio mundial principalmente devido a situação, comportamento, e investimentos de seus países falantes - como língua mais procurada e popular.
O esperanto no festival acabou por ser um chamariz aos cursos presenciais, aos cursos à distância, e aos clubes esperantistas.
Segundo o diretor do Festival, Dennis Keefe, possivelmente foi atingido um novo recorde mundial quanto ao número de alunos de esperanto presentes num único evento. Para todo este sucesso, deu uma grande contribuição a atual vice-diretora da cadeira de Linguística Aplicada da Universidade de Nanjing, Cui Jian Hua. Por proposta sua, a universidade vai agora empregar professores que, além da sua língua materna, possam também ensinar esperanto.
Tal estratégia se relaciona com outro lado de sua estratégia mais geral: criar vários programas que utilizarão o esperanto como algo central. Por exemplo, Cui Jian Hua já prepara uma proposta para um ano inteiro, que consiste em promover um estudo de 500 horas de esperanto para facilitar o aprendizado das línguas européias para chineses. Ela também pesquisa a possibilidade de de lançar um novo programa sobre turismo utilizando o esperanto. E para finalizar, algumas pessoas consideram a possibilidade de iniciar um centro universitário para educar e treinar professores de esperanto para toda a China.
Fonte: LiberaFolio [http://www.liberafolio.org]
O esperanto no festival acabou por ser um chamariz aos cursos presenciais, aos cursos à distância, e aos clubes esperantistas.
Segundo o diretor do Festival, Dennis Keefe, possivelmente foi atingido um novo recorde mundial quanto ao número de alunos de esperanto presentes num único evento. Para todo este sucesso, deu uma grande contribuição a atual vice-diretora da cadeira de Linguística Aplicada da Universidade de Nanjing, Cui Jian Hua. Por proposta sua, a universidade vai agora empregar professores que, além da sua língua materna, possam também ensinar esperanto.
Tal estratégia se relaciona com outro lado de sua estratégia mais geral: criar vários programas que utilizarão o esperanto como algo central. Por exemplo, Cui Jian Hua já prepara uma proposta para um ano inteiro, que consiste em promover um estudo de 500 horas de esperanto para facilitar o aprendizado das línguas européias para chineses. Ela também pesquisa a possibilidade de de lançar um novo programa sobre turismo utilizando o esperanto. E para finalizar, algumas pessoas consideram a possibilidade de iniciar um centro universitário para educar e treinar professores de esperanto para toda a China.
Fonte: LiberaFolio [http://www.liberafolio.org]
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